prólogo

24nov16

Devia existir uma regra geral, daquelas que nem precisam ser contadas, que diga que na vida, por prioridade, devíamos ser boas pessoas, independente do que venha depois. É necessário ter cautela para não extrair disso qualquer conduta que soe difusa e, assim, confundir coisas que deveriam ser simples. Existem apenas duas coisas: o amor, em todas as suas formas e cores, e as músicas que te dizem tanto que tocam no seu fone de ouvido. O resto deveria desaparecer, pois o resto é feio. Como todas as poesias e livros que a gente esquece, enquanto escrevo sei que isso também vai se apagar, até não sobrar quase nada. Mas não é por isso que não é real, afinal enquanto eu digito, faço tudo se tornar tão importante quanto deve ser. Torço então para que, por confusão, qualquer coisa faça um pouco de sentido, como uma música que você nem lembrava que sabia cantar. 

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