Remos

18nov16

descansar à beira
o sol indo embora contigo,
se pondo por entre
as ondas do seu cabelo.

te esperar à beira,
os dedos soltam os remos
e te aguardar se faz minha âncora.
jogo garrafa no mar,
queimo minhas roupas,
faço sinal para teu radar
e digo, afirmo
que te todas as ilhas,
só quero repousar no seu jardim.

te encontrar à beira
aonde teu norte é meu lar,
e o gosto de sal
não era nem de lágrima nem do mar.

Anúncios


No Responses Yet to “Remos”

  1. Deixe um comentário

Deixe um comentário

Preencha os seus dados abaixo ou clique em um ícone para log in:

Logotipo do WordPress.com

Você está comentando utilizando sua conta WordPress.com. Sair / Alterar )

Imagem do Twitter

Você está comentando utilizando sua conta Twitter. Sair / Alterar )

Foto do Facebook

Você está comentando utilizando sua conta Facebook. Sair / Alterar )

Foto do Google+

Você está comentando utilizando sua conta Google+. Sair / Alterar )

Conectando a %s


%d blogueiros gostam disto: