LOS HERMANOS

13maio12

Antes de começar a ler, saibam de uma coisa: FOI  UMA DAS NOITES MAIS BONITAS DA MINHA VIDA.

Eu sai do show sem conseguir falar uma palavra, não que estivesse tão rouco assim (mas eu estou) é que foi absurdamente lindo e eu não tinha o que dizer. Sabe, quando nenhuma palavra é o bastante? Pois é.

Começou uns meses atrás, na verdade, foi bem na noite que o Woody Allen levou o globo de ouro de melhor roteiro original. O site de vendas  de ingresso abriu e de tanto acesso caiu 5 minutos depois. Então a gente só conseguiu comprar no outro dia cedinho. Mas ok. Isso deu certo. 2 ingressos lindos para o show mais perfeito do mundo!

O Alfredo (meu irmão) iria comigo e a  gente ainda nem tinha muita coisa certa. Até a Ana confirmar que iria também!  Então os planos começaram a longo prazo. Ônibus, calcular as horas de viagem, chegar em SP, esperar o pai dela nos buscar, dormir um pouquinho e ir cedo pra fila. A gente tentou de qualquer forma fazer isso muito bem calculado. 
A Ana sairia de Londrina as 2 da tarde e a gente sairia daqui as 6. E mais ou menos os dois ônibus deveriam chegar juntos na Barra Funda. E o mais incrível, é que isso deu certo! ahushas

PARTE 1: DAQUI ATÉ SP
Depois de 4 horas de viagem eu e o Alfredo descemos do ônibus e ficamos sem saber pra onde ir no meio daquele rodoviária enorme. E era tanta gente correndo pra tanto lado que você fica meio maluco, todo mundo parece ter pressa pra chegar em algum lugar. É até engraçado, ninguém se vê, ninguém se cumprimenta. Parece que todo mundo tem medo.

Perambulamos pela rodoviária toda e me amaldiçoei por não ter levado a câmera, porque eu podia fazer coisas ótimas pro curta. O ônibus da Ana não tinha chego ainda, mas ela me avisou que o pai e o irmão dela estavam por lá. Então fomos em busca deles. Andamos, andamos, andamos. E por fim, achamos os dois num lugar aonde a gente tinha acabado de passar. A vida é assim mesmo.

A Ana chegou 2 minutos depois, então fomos no estacionamento pra ir embora e eu olhei pro céu e fiquei triste. Acho que São Paulo merecia ter um céu bonito.

Então fomos pra casa do pai dela, em Osasco. As ruas de São Paulo são uma bagunça mas é tão legal! Chegamos em meia hora mais ou menos, nos ajeitamos pela sala e ficamos até umas 4 e meia da manhã conversando. Sabe, falando bobagens e pensando como a vida é engraçada uma vez ou outra. 

6 horas estávamos de pé. O pai dela iria trabalhar e nos ajudaria a pegar o rumo pro show. Andamos um pouco por Osasco até na estação e eu preciso dizer o quanto é legal ver a cidade acordar. O sol nem tinha nascido e já tinha tanta gente (correndo) pelas ruas. A estação estava cheia e eu me senti o Arthur Weasley naquele negócio que você põe o cartãozinho do metrô. E dentro do vagão mais uma vez eu pensei no curta. Porque aquilo era o símbolo da solidão. Tanta gente amontoada em silêncio, todo mundo tão sério no seu mundinho. Descemos em Barra Funda, de volta na rodoviária. O Espaço das Américas ficava ali do ladinho!

PARTE 2: ESPAÇO DAS AMÉRICAS
Chegamos na porta do show e adivinhem: já tinha 4 pessoas naquela porra de fila! 7 horas da manhã e já tinha gente ali. =x Tipo, como assim?Mandei o Alfredo e a Ana comprarem mantimentos pro dia e fui fazer amizades. Daí eu descobri que eles tinham passado a noite por ali, que tinham ouvido o show da noite anterior e chorado ali na escadaria da entrada. E começaram a contar história e todos eles tinham uma camiseta do Los Hermanos e faziam parte de um grupo no facebook, tinham combinado de se encontrarem, fazer um mascote, e umas viadagens assim…

Então um salve pra eles: Priscila (que meio que mandava na turma do barulho), Juliana (que faz faculdade moda, foi no show do Noel na semana passada e abriu um facebook e começou a fumar faz 7 dias), o Japonês (que eu não lembro o nome, faz faculdade de alguma coisa com aviões), a Isis (uma baixinha gente boa pra cacete) e pra uma outra que eu não lembro o nome, mas ela estava costurando o mascote – o ‘Hermaninho’, que acabou ficando sem um olho.

Daí o povo da organização do show foi lavar a escada e a gente ficou na calçada, depois subimos de volta. Chegaram 2 meninas que no começo pareciam chatas, mas depois ficaram legais (comigo) e mais 3 outras que mais tarde fizemos amizades.
Lá pelo meio-dia as coisas começaram a acontecer, a fila começou a tomar forma, aquele cara que eu conheci no show do Camelo apareceu por lá e ficou um pouco mais atrás.  

Então meu irmão foi comprar um baralho – na verdade, esse negócio de sair era complicado, porque quando a fila começou a tomar forma, ninguém mais podia fazer nada. Então a gente revezava pra tudo. Eu fui uma vez no banheiro umas 5 da tarde.
Uma garota, que eu não lembro o nome, ensinou a gente a jogar truco maluco e foi meio que a diversão do dia. E foi aí que a gente fez amizade com as 3 meninas. A Bia e a Larissa e Laís (que eram gêmeas – e absurdamente legais, sério, acho que foram as pessoas mais simpáticas que eu já conheci num show). E tava um calor do caramba, acho que foi o primeiro dia que eu fui pra SP e (graças ao Woody Allen) não choveu.    

Quando cansamos de jogar truco as duas meninas que pareciam ser chatas iriam no banheiro, e uma delas tava lendo um livro. Quando eu olhei pra capa meus olhos brilharam. Era o CUCA FUNDIDA do Woody Allen! Na mesma hora eu pedi pra ver e daí elas foram mais legais comigo o resto do dia.

E as horas se arrastavam. Morrendo de dor nas pernas e o povo começando a chegar. E o povo do facebook queriam colocar os amiguinhos deles na nossa frente. Não é por nada não, mas isso é filhadaputisse. 

Daí rolaram tretas com o chefe do lugar porque tinha 2 filas e queriam que abrisse a nossa primeira e juntou um monte de coisa, um monte de bobagem e isso ajudou a matar o tempo.
Enfim, as 19 horas resolveram abrir os portões. E teve toda aquela correria enorme pra chegar na beira do palco! Desculpem gente, mas com isso eu peguei prática, eu sou magrelo e corro rápido, então fuck. Abracei a grade na frente do palco e dali não soltei mais! Então eu olhei pra frente e pensei: CACETE! – Sabe, ali tava o microfone do Amarante e com isso eu pensei que de vez em quando eu tenho sorte nas coisas.

Sobre o Amarante: é uma lenda. Sabe, todos os artistas que eu curto vivem com uma certa proximidade do público. Você meio que sabe que o cara é real. Mas o Amarante não. Acabou o Los Hermanos e o cara foi parar nos Estados Unidos, fez a Litlle Joy com um Strokes, voltou pra fazer uns 3 shows por aqui e o resto é lenda. Como se ele tivesse sumido por vontade própria, só pra todo mundo querer ver ele.

Então, ficamos mais 2 horas e meia apoiados naquela grade fria. A perna latejava de tanta dor, a gente tava a dois metros do palco, e dava pra ver tudo perfeitamente, ninguém em nossa frente. Ahh, aquelas meninas do livro do Woody Allen estavam do nosso lado, na grade também. E o povo do facebook tava um pouco mais pra trás. 
O Dj colocava umas músicas, coisas legais até. Um som antigo da Marisa, um som de Criolo (que desde Bauru eu comecei a achar menos ruim) e todo mundo contando os minutos.

Aí começam a passar propagandas no telão e logo as luzes apagam. E todo mundo grita! Agora imagina o barulho de umas 8 mil pessoas gritando:LOS HERMANOS LOS HERMANOS LOS HERMANOS! Foi de arrepiar…

 

PARTE 3: LOS HERMANOS, PORRA.
Então eles entraram. Na simplicidade. O Barba sentou na bateria, o Marcelo de novo parecendo um vovô com aquele sapato furado (e conseguindo ser mais style que metade das pessoas que eu conheço), o Medina como sempre mais quieto e o Amarante com suspensórios e sorrindo sem parar. Todo mundo gritava e gritava, eles pegaram os instrumentos e o Marcelo começou: “MOÇA, OLHA SÓ O QUE EU TE ESCREVI…”

Ok, para eu não me perder, segue agora o set list completo e vou contando as coisas legais na ordem das músicas:

– ALÉM DO QUE SE VÊ
– RETRATO PRA IAIÁ
– O VENCEDOR
– TODO CARNAVAL TEM SEU FIM
– O VENTO
– PRIMEIRO ANDAR
– MORENA
– UM PAR
– DO SÉTIMO ANDAR
– AZEDUME
– DESCOBERTA
– SENTIMENTAL
– A FLOR
– CARA ESTRANHO
– CONDICIONAL
– DEIXA O VERÃO
– DE ONDE VEM A CALMA
– A OUTRA
– UM MILHÃO
– CASA PRÉ-FABRICADA
– O VELHO E O MOÇO
– CONVERSA DE BOTAS BATIDAS
– ÚLTIMO ROMANCE
– POIS É
– TENHA DÓ
– ANNA JÚLIA
– QUEM SABE
– PIERROT
Acho que por já ter visto o Camelo tocar 2 vezes, minha maior expectativa era sobre o Amarante. E vou te contar, ele não para! A ‘RETRATO PRA IAIÁ’ ele cantou toda como se fosse uma história pra contar. Fazendo caras, bocas e gestos! E você morria de rir!

Então foi “O VENCEDOR” e nem preciso dizer nada dessa música. No começo da música o Camelo virou o microfone pro público e foi lindo… E no refrão final você abre os braços e cada pedaço do seu corpo canta aquele verso!

Então foi “TODO CARNAVAL TEM SEU FIM” e de imediato teve aquela chuva de confetes e serpentinas e eu comi um bilhão de confetes, mas tudo ok. É o tipo de música que você canta e nada no mundo vai te deixar triste depois.

Mas todo potencial do show só ficou claro na ‘O VENTO’ porque junto com os primeiros acordes o telão todo (que era circular) começou a passar imagens de praia e paisagens, o Amarante foi no meio do palco e ficou de costas, foi de arrepiar! E lógico, cantar ‘o vento’ a plenos pulmões, lava tua alma e tu vive mais 3 vidas em paz! (:

Então foi o meu primeiro momento surpresa do show. O Amarante canta de uma forma que deixa o sentido de suas músicas muito claro! Você entende cada frase de uma forma que nunca tinha entendido antes. Ele tocou “PRIMEIRO ANDAR” e essa música nunca mexeu comigo, mas ali parecia outro mundo! E quando ele cantou ‘guarde um sonho bom pra mim’ eu tava realmente me sentido emocionado, daí eu pensei: cacete, só eu tô assim? 
Ai eu olhei para uma das meninas do livro do Woody Allen e uma lágrima escorria do olho dela e eu não sabia o que pensar. Só que essa é uma música incrível!

Depois ‘MORENA’. Por estar presente no show do Camelo ela não foi nenhuma grande surpresa, mas a primeira frase dessa música é uma das melhores primeiras frases do mundo!

Então foi ‘UM PAR’, que o Amarante cantou e interpretou a música inteira! E depois “DO SÉTIMO ANDAR” que foi quase igual a “primeiro andar’, outra música que ao vivo te rouba e você para de respirar.

Depois disso foi o momento de desenterrar músicas do primeiro álbum! ‘AZEDUME’ é mais rock do que muita bandinha por aí! E “DESCOBERTA‘ acabou com quase toda minha voz! E então começa a fazer todo sentido, quer dizer, qualquer banda que tenha músicas assim no primeiro álbum alcança o que quiser no mundo.

“SENTIMENTAL”. Eu quase pensei em fazer um post só pra essa música. Mas de novo eu não soube o que falar. Eu nunca vou saber descrever o que eu senti na hora. Olhei pro lado e a menina do W.A. (woody allen) tava chorando de novo. Mas daí eu só apoiei na grade e cantei baixinho. Acho que pensei em você e em toda minha vida e em você mais um pouco. E gritei que só aceitava a condição de ter você só pra mim, que eu sei, não é assim, mas deixa eu fingir e rir. E quando dei por mim meu olho tava cheio de lágrima e eu pensei: FDP, eu nunca cheguei nem perto de chorar num show. Parece que o mundo todo tava respirando diferente. E esse vai pra aquela lista de momentos que eu nunca nunca vou esquecer.

Então “A FLOR”. Clássica. Bonita. E cheio de brincadeiras. O Camelo e o Amarante são uma espécie de dubla imbátivel. Enquanto o Camelo solava, o Amarante ficava dando tapinhas na guitarra dele. E o Camelo começou a revidar e você a começa a rir tanto porque é o show todo assim, sabe, todos eles não param de sorrir.

Os caras dos instrumentos de sopro saem do palco, ficam só os 4 e eles começam a tocar ‘CARA ESTRANHO’. E logo depois já puxa “CONDICIONAL” e nessa música você entende que eles são realmente foda! Entre o público e o palco tinha umas caixas de som no chão, um pouco mais baixo que o palco. E no fim da música o Amarante subiu nela e começou a tocar, ele voltou pro palco e o Camelo subiu e chamou ele de volta. Aí ficaram os dois em cima das caixas, a menos de 1 metro do povo, destruindo nas guitarras. E o Amarante sem parar de dançar um minuto! 

Ah, e ele também troca de guitarra toda hora! Acho que dificilmente ele ficou 2 músicas seguidas com a mesma. E isso faz com que quase toda música comece ele ainda não está exatamente pronto. ahushas Mas, “DEIXA O VERÃO’ é outra música que o momento é dele… Mas, “DE ONDE VEM A CALMA” é outra daquelas que tu fecha o olho e deixa o mundo todo explodir. “não vão embora daqui. eu sou o que vocês são. não solta da minha mão”.

Então teve “A OUTRA” que uma menina lá fora tinha dito que era a música favorita dela e na hora eu pensei: aposto que ela tá gritando agora. Ah, esqueci de contar antes. Tinha 2 milhões de câmeras filmando tudo. No telão no fundo aparecia eles tocando e eles brincavam com isso, ficavam mudando a direção da câmera . E tinha um cara filmando o público também, até fiquei com medo dessa porra, porque um monte de vez ele parou a câmera em mim e logo depois naquela menina do W.A. 

Me repetindo, porque é importante: o Amarante é um dos melhores músicos do mundo. Não tenho dúvida e ele falou: vou tocar uma música nova.
E só apoiei na grade e fiquei ouvindo. Cacete! Vou contar os dias pra ele lançar esse cd solo. Vou procurar a letra pra vocês. Achei. Não sei se é exatamente isso, mas… 

“A multidão…Vem a pé 
E o que eles vêem, só não ver… 
E foi na rua onde eu nasci.
Vi um prédio, um trem…
Tudo era tão maior do que é!
Encostado à vida, enfrente, ao sinal da lei.
Uma placa acesa, um muro de enfeite…
Num cartaz num lindo dia,
Era a paz enfim.
Sem um beco, nem um negro, marfim.
E o que ele vê, só não vê quem não quer ver…
Cada um daquela vila ia ver por mês.
O que dava pra sonhar, por mais três.
Mas a dona da esquina disse: “a vista é nossa!”
Não a preço meu terreiro, quem possa…
Se na selva do dinheiro, sobrevive quem tem dente,
Do meu pé o vento leva a semente.
E o que ela vê, só não vê quem não quer ver!
Pra cada um com um milhão;
Um milhão sem um sequer. Quem não quer ver…”

 “CASA PRÉ-FABRICADA’ eu já tinha visto no show do Camelo… Mas era acústico, mais tranquilo. Essa música ao vivo é fora do comum! E eu lembrei que essa música era da Jeniffer e que ela devia saber disso, então eu avisei. Pra ela não esquecer. E que não importa como seja daqui pra frente, essa música é toda dela. E eu escrevo isso sorrindo.

E eu nunca tinha ouvido “O VELHO E O MOÇO” assim. Acho que pela primeira vez eu entendi essa música. E vocês lembram aquele sentimento da ‘primeiro andar’? Pois é. 

Depois foi “CONVERSA DE BOTAS BATIDAS”, o Camelo apresentou a banda e colocou o Bubu pra cantar aquele finalzinho! Ele virou uma das câmeras pro público e todo mundo se viu naquele telão e foi do cacete!  Daí foi “ÚLTIMO ROMANCE” e essa é uma das músicas mais bonitas da história! A menina do W.A. começou a chorar de novo e eu não sei o que tanto se passou pela minha cabeça que acabou a música e a Ana perguntou se eu tava bem. E eu tava. Sei lá, bem pra cacete. ahushas 

Daí os caras saíram do palco. Mas é só charme! auhasashaus
A gente gritou e gritou e eles voltaram. E eu gritei: POIS É!
Deu 5 segundos e eles começaram a tocar… Uma menina puxou meu ombro e disse: obrigada! E eu pra variar fiquei mudo. Porque esse começo: “pois é, não deu”. Resume tudo que a gente tiver que falar sobre qualquer coisa triste em nossa vida.

Depois foi “TENHA DÓ” que é um puta expulsa demônio! (: É super divertida de cantar. E então “ANNA JÚLIA” que eu imagino que é uma das músicas mais fracas deles. Mas, você pensa: porra, é o Los Hermanos tocando Anna Júlia! Não é um cara tosco com violão na praça! – E quando menos percebe você tá berrando de novo e o Amarante estourou a corda da guitarra, mas tudo bem, porque ele trocou de guitarra no meio da música mesmo…

Então o Amarante solta a guitarra e pega o microfone. É uma das horas mais insanas do show! “QUEM SABE“. Ele se ajoelha, deita, canta deitado. Desce do palco, vai cantar no meio do povo, quase cai na hora de subir e tudo isso sem desafinar! O cara canta pra cacete. Melhor que no cd. 

E então a última. Desde sempre “PIERROT”. O pierrot (chora!) o pierrot (chora) e o show termina. E todo mundo fica parado olhando. Pensando que esse deve ser o melhor show do mundo. Os Los Hermanos se abraçam e fazem pose pra foto. E se despedem…

Depois disso a gente saiu pra rua. A Ana ligou pro pai dela, um bêbado veio contar suas teorias sobre deus e homossexualismo. E por fim veio a chuva. Porque todo dia precisa chover em SP. Ah, e a Carou me mandou mensagem dizendo que o Vavo da Fresno tava no show e tinha postado uma foto no Instagram. É aquela foto ali em cima, do povo todo, ele tava no camarote, e eu tava ali na frente do Amarante.
A gente conseguiu dormir acho que era umas 2 horas… Não sei direito…

E hoje cedo tudo tranquilo. O irmão da Ana me contou sobre o livro que ele tá escrevendo e se ele estiver lendo isso agora eu preciso dizer: não importa o que digam, termina esse livro. ok? E voltar pra Brotas foi tranquilo. Mais 4 horas de viagem, mais fone de ouvido. Mais saudades. Mais um monte de coisa…

E tá tudo bem. 
Acho que entre tanta coisa que eu podia dizer, eu gosto de falar que essa foi uma das melhores noites da minha vida e sem dúvida o melhor show que eu fui. E que venham outros. Que venha a vida toda pela frente. Tinha uma menina que disse: essa é a frase da minha vida! Aponta pra fé e rema!

Não sei se é a frase da minha vida, mas de vez em quando, faz todo sentido.
 

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2 Responses to “LOS HERMANOS”

  1. Dan, a Priscila chama Patrícia, o japonês é o Marcel, e a que tu não lembra o nome é a Paula 😀
    adshiffoioweirhoifoewir

    Foi bonito demais, né não.
    E você ainda conseguiu descrever a porra toda, olha como tu és fodinha.

    • 2 Dan.

      ahushauhsuahsuhasuhasuhaushas eu errei o nome de todo mundo!
      aushaush
      ai cacete

      ahsuhs
      foi a noite mais bonito do mundo. sem mais.


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