Archive for junho, 2011

Eu estava aprendendo a ser absolutamente feliz com meus fracassos em relacionamentos. Tanto que no começo ela era só mais uma garota. Era uma noite no parque. Nós 4, elas 4. Obviamente começou o ritual neurótico de acasalamento. E eu fiquei ali de canto e ela ficou lá no canto. Todos foram pro carros, pra […]


Hoje eu escrevo como Dan. Sem personagens, sem histórias inventadas. Ontem, eu tava lembrando do filme ‘Comer, rezar, amar’ – eu sempre lembro de coisas malucas quando estou sentado esperando o Renan passar aqui – e tem uma frase ótima da personagem do Javier Bardem. É tipo um diálogo na verdade, dele com a Julia […]


Quando eu era pequeno eu odiava atrasar. É verdade quando dizem que a gente muda tanto. Não que eu não me importe mais e viva me atrasando. Eu só acho uma covardia a gente ficar tão preso no tempo. É como olhar pro lado e ainda ser o mesmo dia no calendário. E talvez eu […]


Eu sempre lembro do ‘Brilho eterno de uma mente sem lembranças’. Aquela frase clássica. ‘Dia dos namorados é uma data inventada pelas companhias de cartões para fazer as pessoas se sentirem um lixo’. Eu não me sinto um lixo. Só acho que as coisas poderiam ser melhores. Ou, pelo menos diferentes. Ainda bem que o […]


A gente se acostuma. E aprende a curtir. E isso nem é sobre coisas boas. Conheço pessoas que tem uma felicidade, um dom absurdo pra conseguir curtir uma bela de uma depressão e daí consegue fazer todo aquele texto, toda aquela coisa de ‘bah, o meu mundo é uma droga! A vida é tão dificil!’ […]


‘6h34’. Prefiro palavrões. Como assim? É só uma palavra. Se eu tenho mais o quer dizer? Não tenho nada, tá tudo certo, tudo bem. Sabe, as coisas são assim mesmo, um dia tudo certo, no outro nem tanto. E se eu pudesse, agora eu estaria longe daqui. É, tá certo. Se eu pudesse mesmo estaria […]


Era um daqueles dias chatos, em que eu já tava cansado. E descubro que ainda não passou das 10 horas da manhã. Pra variar, eu tinha acordado mais cedo do que eu realmente gostaria. Não, não era tão chato, ou tão ruim quanto parece. Talvez só fosse chato e ruim o suficiente pra me fazer […]