os nossos sorrisos compensam o fato de isso ser uma péssima ideia
comecei outra coisa.
parei.
agora vem esse.
aquele não tinha nome.
esse tem.
mas esse é bom.
tem o cheiro das minhas roupas depois de te abraçar.
e o jeito como todo mundo diz que você me olha.
mas é indiferente.
só corre em outra direção.
desculpe a bobagem.
de vez em quando eu tropeço nos meu pés.
e a nossa única dança é assistir Paris toda indo a baixo.
como uma valsa.
e de vez em quando chove.
ninguém precisa da França.
eu coloco meus pés no ponto mais alto.
e o meu pescoço entre as cordas.
não é suicídio.
é cansaço.
é moderno.
o mal do nosso século é a falta de ter pelo o que sofrer.
então a gente chora vendo o sol nascer.
porque talvez seja a última vez.
talvez seja o último beijo.
e depois disso a gente diz adeus.
ontem eu tinha nome.
hoje eu sou o medo de dormir.
e a gente não mente pro espelho.
comecei outra vez.
faz tempo que deixou de fazer sentido.
- maldito seja, seu maldito filho da puta.
era meu nome.
pelo menos, era assim que ela me chamava.
e tem o teu abraço.
enquanto eu te levo pra casa.
e você diz que não é assim.
que meu nome é Dan.
e que eu sempre estive completamente errado.
principalmente agora.
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Tags:danilo teixeira, lost in translation, Não há nada como um amor impossível, o encontro foi legal gente
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